Posto hoje aqui, finalmente depois de taaaaaaaaaaantos dias, pra avisá-los que eu vou mudar o endereço do meu blog...
Vou mudar para o 'blogspot' ou coisa assim...
e depois venho aqui excluir esse...
sugestões pra nome, endereço, template e etc?!
Thiago era um rapaz normal, com um trabalho normal. Mas seu mundo mudou quando encontrou um rapaz de pele clara e longos cabelos negros.
e ...
Ele era um robô e chamava-se Charlie.
e Fim
Era uma vez, num lugar muito distante...
E acabaram felizes para sempre.
FIM
(só por causa da reunião das minhas únicas leitoras deste miserável blog... tenho que trocar o template...)
em homenagem à vocês, minhas ídolas. (e ao Ju também, meu cunhado mais do que querido *puxa-saco* que vai acabar lendo isso *faz cara de assassina* AH VAI!)
[Quando a gente não tem mais nada pra falar, vê alguma coisa que alguém falou...]
Que culpa tenho eu de ser feliz
Não vou ficar por aí
Gemendo e chorando
Nesse vale de lágrimas
Eu nasci porque quis
Me apaixono fácil
Quanto sinto meu peito incendiar
Brigando e fazendo amor
Com Deus e o diabo
Em qualquer lugar
Então vá
Diga ao povo que fico
Cantando na chuva
Dançando na rua
A música sempre me dá
Um motivo a mais
Prá viver em paz
[só pra dar aquela atualizadinha...]
Jack era um coelho feliz, perto dos outros sérios e atarefados coelhos.
É estranho pensar que coelhos sejam sérios e atarefados. Mas eles são. Correndo com seus relógios, sempre atrasados, por aí.
Mas Jack era diferente. Ele não tinha um relógio. Ou até tinha, só não se lembrava onde ele estava. Talvez guardado em algum buraco negro debaixo de sua cama.
Jack não tinha amigos coelhos. Seu único amigo era um pequeno e agitado esquilinho chamado Buffly. Buffly também não era um esquilo normal. Ele era do bem. (Porque como todos sabem esquilos são maus, por trás de toda aquela fofura) E Buffly também só tinha Jack de amigo.
Eram Buffly, o esquilo e Jack, o coelho. Amigos inseparáveis. Eram felizes em suas diárias brincadeiras pela floresta. Correndo feito doidos, atrás dos bichinhos menores (estranho dizer menores, já que Buffly era um tanto quanto pequeno...).
Aconteceu que um dia Jack, que estava brincando de esconde-esconde com Buffly, escondeu-se dentro de um carro que tava por ali mesmo. Quando deu por si já estava no meio da cidade. (Na cidade, em meados dos anos 60, vocês já devem saber o que acontecia.)
Jack vislubrou, através do vidro do carro, toda aquela alegria e todas aquelas cores naquela maravilhosa cidade. As pessoas se amavam! Como eram felizes os seres humanos! Por que os coelhos eram tão estressados? E por que os esquilos eram tão maus (com exceção de Buffly)? Ele teria que ficar mais tempo ali! Naquele maravilhoso lugar! Teria que mostrar a Buffly tudo aquilo!
E se lembrou de Buffly, que deveria estar procurando-o em toda floresta, talvez até desesperado por não achar seu fiel amigo. Olhou pro lado, o carro havia parado e estacionado em um paque lindo! Com toda aquela gente ali, deitada na grama fazendo praticamente nada. Os humanos que estavam dentro do carro (que nem haviam reparado na presença de Jack ali, de tanta bagunça naquela coisa que chamavam de carro) abriram a porta e sairam. Jack nem pensou duas vezes e pulou pra fora do carro. Logo depois sentiu um vulto marrom-meio-preto passando por ele.
-Jack, seu coelho safado! Ia viajar e nem chamou o amigão aqui, mermão!?
Feliz, Jack só conseguiu falar uma coisa:
-Buffly! Cê viu que coisa maravilhosa esse lugar!? Esses humanos sabem mesmo se divertir!
E na volta para a floresta (não me perguntem como eles voltaram), Jack,o coelho e Buffly, o esquilo, cheios de incenso e quinquilharias hippies (que, lógicamente, haviam pego com os hippies) foram para suas tocas para, no dia seguinte, implantarem o movimento na tão estressada floresta em que viviam.
E depois desse dia, os esquilos (depois de sentirem o maravilhoso odor dos incensos) nunca mais foram maus e se tornaram os hippies mais radicais, aprenderam a arte de meditar e tudo mais. E todos viveram em Paz e Amor, bicho!
[Happy Jack - The Who (tradução)
Jack feliz não era velha, mas era um homem
Ele viveu nas areias na ilha do homem
As crianças todas cantavam, ele escolheria a chave errada
Então eles jogaram em sua cabeça seu macaco de pelúcia
As crianças não podiam machucar jack
Elas tentaram e tentaram e tentaram
Elas jogaram coisas em suas costas
E mentiram e mentiramae mentiram e mentiram e mentiram
Mas elas não podiam fazer jack parar de bater na agua
E elas não podiam prevenir jack de se sentir feliz
Mas elas não podiam fazer jack parar de bater na agua
E elas não podiam prevenir jack de se sentir feliz
As crianças não podiam machucar jack
Elas tentaram e tentaram e tentaram
Elas jogaram coisas em suas costas
E mentiram e mentiramae mentiram e mentiram e mentiram
Mas elas não podiam fazer jack parar de bater na agua
E elas não podiam prevenir jack de se sentir feliz
(eu te vi!) ]
(alguma chance de inspiração?)
Como sempre. Ele olhou pra ela e vice-versa.
Do nada o ursinho de pelúcia chamado Ted dele saiu do guarda-roupa e iniciou uma interminável dança flamenca com a Barbie Malibu dela. E ninguém percebeu quando a lagarta laranja-e-verde florescente transformou-se numa maravilhosa nave espacial discoteca, com os dizeres em letras gigantes e luminosas "Y.M.C.A.", e o homem que seria um dia Rei adentrando na nave.
Tomou sua xícara de café calmamente. Comeu seu cereal matinal sabor chocolate e foi escovar os dentes. Tá legal... que que as idéias fulminantes em sua cabeça tempos atrás faziam agora? Bastou alguém chamar a sua atenção...
Puf! acabou-se toda inspiração...
(e não é que rimou?)
(ler o blog da Karol e da Tati faz tão bem! :D )
Perdão a "todos" (como se fossem muitos... ha ha ha ¬¬') que visitam o meu blog que é constantemente inatualizado.
Só que alguém fala pro meu cérebro funcionar, por favor?! Eu mesma já tentei e nada.
Ou seja: desta fonte não sai mais NADA. Aguardem as chuvas de inspiração, então.
Ps: desculpe Tati e Karol, eu não fui no blog de vcs porque com a reformatação do pc os favoritos foram deletados...eu vivo só por lá...
Beijos
Existem algumas perguntas que todo mundo já fez, mas ninguém sabe a resposta, são as chamadas perguntas sem-sentido. Uma que todo mundo já ouviu é aquela: “Quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?”. Trago para vocês uma compilação com outras 25 perguntas sem nenhum sentido.
[achado em: http://www.purabalela.com/diversos/25-perguntas-sem-sentido só pra atualizar]
Enquanto Mary e Stela procuravam loucamente a amiga...
-*onomatopéias*ziiiip! zoooooooooorg!BUM!
-hein?!hã? onde estou? - Nana acabara de acordar em um lugar extremamente suspeito. Não se lembrava de nada exceto que o menino bonitão da escola havia lhe entregado uma lata de coca-cola prateada e que ela bebera todo o líquido que não se parecia nada com coca-cola.
-SILÊNCIO, TERRÁQUEA! A PARTIR DE AGORA VOCÊ NÃO LEMBRARÁ DE NADA DO SEU PLANETA! Iremos retirar todas as informações úteis de dentro de sua cabeça!
-hãm?*desmaia*
.
-Procurou em tudo, Mary?! Tem certeza que ela não tá em nenhum canto?! O celular dela nem atende!
-aham! em tudo e nada dela!
-MEU DEUS DO CABELÃO AMADO! O QUE É AQUILO ALI!?
-Bem... se eu fosse doida, Stela, diria que é um parque de diversões... mas tipo... É UMA NAVE ESPACIAAAAAAL! AI QUE SÚPER! FINALMENTE ATENDERAM AOS MEUS CHAMADOS! ai meu deus! e se forem os ET's do planeta distante e perdido perto de Betelgeuse!!! *tom sombrio*Eles são maus e perversos...
-Óh Godi! Isso tudo tá muito suspeito pro meus gosto! Só tem um jeito de descobrir! 'Simbora, cambada!
-Hãm?! Cê tá doida, Stela de Souza Blá-Blá-Blá!? Eles podem ser maus de verdade
-Não! Simbora!
-Ai ai... o que a gente não faz prum contato imediato?! 'Simbora então...
E lá se foram as duas subindo pela porta de trás da nave estacionada.
-Olha! um saguão central! Bora lá, Stela! ih, ó! mas toma cuidado que a arquitetura demodê do interior dessa budega tá parecendo daqueles sem-sal e sem-graça dos Et's do planeta distante e perdido perto de Betelgeuse!
-Ih, ó! sei lá, bicho! eu tô numa nave espacial, então agora acredito até que a política tem salvação...
*onomatopéias* BIIIIIIIP! BOOOOOOP! POOOOOOOOOP! POOOOOOOOOOP! *musiquinha de fundo*"Põe a mãozinha pra frente, põe a mãozinha pro lado..."
.
-ATACAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR! - Stela acordou em sua cama gritando. Então tudo não tinha passado de um sonho!? Levantou e foi tomar banho pra ir pra escola.
Chegando na escola, encontrou sua amiga Nana com uma cara estranha. De tarde as duas foram passear na cidade. Andando calmamente nas ruas de sua cidade com sua amiga Nana, conversando e pulando, feito crianças felizes que eram...
-Hey, Tely... a gente se conhece já faz tanto tempo, gostamos praticamente das mesmas coisas, nossos amigos são os mesmos e...
A sensação de já ter vivido aquilo lhe deu um certo pânico, mas continuou:
-E... o que, Nana?
-É que... eu queria te perguntar uma coisa...
-Pode falar, ué!
-É que... sabe aquele carinha que você disse que tava gamadona faz um tempo?
Tomada pelo pânico, pois o sonho havia sido muito real, Stela parou subtamente e disse:
-Um Alex?
-Como 'cê sabe?!
-Dedução. Mas tipo... se é sobre você e ele irem no Show da Cachorro, eu digo que é melhor você lavar o cabelo com shampoo de melancia e condicionador de abacate.
-Hãm?! Como você descobriu que era isso?! Que que tem a ver shampoo de melancia e condicionador de abacate?!
-Nada! Só faz o que eu te falei.
-Tá bom então...
E no começo do show...
-Gente, que estranho... o Alex me deu uma coca-cola de lata prateada, mas logo se assustou e saiu correndo e deixou a lata cair... o mais estranho é que o chão derreteu... Tely, cê sabia de alguma coisa?!
-Eu?! Juro que não! E você, Mary?! -Stela soltou um sorrisinho pra Mary, que retribuiu.
-Também não sei de nada não... Mas olha que estranho aquela nave ali no céu... Parece que foram descobertos... TCHAU SEUS ETÊS!!!ATÉ ALGUM DIA!
[FIM!]
agradecida a Karol por ter dado a sugestão dos ET's do platena perdido perto de Betelgeuse...
Agradeço comentários, ok?!
mas também a Karol é a única que vem aqui nessa budega, não?!
Fui
Azul, como o céu. Branco, como as nuvens.
Stela tinha 14 anos, estudava numa escola boa e seus pais eram os melhores pais do mundo (em certos aspectos). Enfim, era uma garota normal.
Um dia Stela estava andando calmamente nas ruas de sua cidade com sua amiga Nana, conversando e pulando, feito crianças felizes que eram...
-Hey, Tely... a gente se conhece já faz tanto tempo, gostamos praticamente das mesmas coisas, nossos amigos são os mesmos e...
-E... o que, Nana?
-É que... eu queria te perguntar uma coisa...
-Pode falar, ué!
-É que... sabe aquele carinha que você disse que tava gamada faz um tempo?
-O cabeludinho que estuda na sala 26?
-É. O nome dele é Alex...
-Nossa! Como você descobriu isso?!
-É que...
-É que oquê, caramba!?
-Ele me chamou pra ir naquele show da Cachorro, sabe?!
Stela parou de andar e ficou gelada. Ela já estava paquerando aquele menino havia séculos! E justo quando ele repara que elas existem, repara só na sua melhor-amiga! No mínimo aquilo era uma injustiça do destino.
-Co...como assim? Justo aquele show que a gente tava planejando ir fazia milênios?
Ela não poderia culpar sua amiga. Afinal, a iniciativa não fora dela, e sim daquele tal de Alex. Mas e se ela aceitasse?
-Olha, Tely... eu sei que você adora aquele cara, mesmo sem nunca ter falado com ele antes... E pra falar a verdade, ele é bem legalzinho...
-Mas, Nana... Como ele conseguiu falar com você sem que eu estivesse junto?
-Foi naquela hora que você tinha ido na biblioteca falar com a professora...
-Tão rápido assim? E como ele descobriu que a gente gosta da Cachorro?
-Bom... ele disse que tinha um ingresso sobrando e perguntou se eu queria ir com ele...
-E você vai?
-Ainda não sei... A gente tava planejando faz tanto tempo irmos só nós duas.Você até já tava com os ingressos. E a gente ia falar com os caras da banda!
-Cê tá falando como se já tivesse aceitado... você quer ir?
-Olha... em nome da nossa amizade eu faço tudo! Mas não vou ser hipócrita em dizer que não gostei do convite e que o Alex não é bonito pra caramba...
-Sério, Nana. Eu já vi que essa parada eu perdi. Só não quero depois ver que perdi uma grande amiga por causa de um menininho. Então não vou ficar brava não. Pode ir, mas a gente se vê lá, ok?!
-Stela... - Falou Nana em tom de choro e as duas se abraçaram.
No show...
-Tely! Tâmo aqui!!!
-Tô indo!
As duas se encontraram e Nana apresentou Alex pra Stela e Mary (que tinha ido com ela, já que o ingresso de Nana ficou sobrando.). Então Nana e Alex acabaram se distanciando das outras duas, que não conseguiram encontrar a amiga até o final do show.
-Ai, Mary! Cadê a Nana?? A gente combinou de se encontrar por aqui!
-Não sei... também tô preocupada com ela... Vamos procurar em tudo quanto é canto que é melhor.
[continua...(sem inspiração pro final... o que sugerem?) ]
[atendendo à um único pedido...]
Cor de Rosa Choque
Júlia acordou de manhã como sempre tomou seu banho e preparou seu café. Saiu de casa como sempre, pontualmente às oito horas. Pegou o metrô e foi trabalhar.
Na saida do trabalho, deu de cara com um homem. "Nossa! Que estranho esse cara! Parece que tá perdido... mas e se for algum assaltante? Suas roupas são bem estranhas... Não. Não parece um assaltante... Parece algum estrangeiro" - Pensou.
- Excuse-me, you are brasilian? - Perguntou
- Não sou, mas pode falar em português mesmo que eu entendo. Não sou daqui, sou do Japão. - Respondeu o homem, que aparentava ter uns 17, 18 anos.
- Oh sim... e o senhor está perdido?!
- Por favor, não me chame de senhor. Meu nome é Hideki Ryuga. E estava só contemplando a paisagem.
- No centro de São Paulo? Pode ser perigoso!
- Não se preocupe. Nada irá acontecer.
Atravessou a rua e foi atropelado.
[continuação dos´últimos dois posts]
--5 anos depois--
Abri meus olhos e demorei alguns segundos para que eles conseguissem focalizar o quarto a minha volta. Mexi-me um pouco e não foi difícil perceber um braço em minha cintura. Olhei para o lado e vi Shikamaru dormindo tranqüilamente e fiquei feliz ao pensar comigo mesma que aquele anjo era só meu.
Olhei para o lado e vi nossas roupas espalhadas pelo chão. Olhei por uma fresta na janela e vi que ainda estava amanhecendo. Tentei me levantar, só que Shikamaru apertou ainda mais o braço dele, impedindo-me de fazer isso. Suspirei cansada e olhei para ele.
-Shikamaru, abra os olhos. Eu sei que você está acordado.
Um gemido escapou pela boca dele e ele abriu os olhos, me puxando para mais perto e beijando a minha nuca, uma vez que eu estava de costas para ele.
Um calafrio passou pelo meu corpo e eu me virei de frente para ele, encostando minha boca na dele e aprofundando o beijo. O outro braço dele também enlaçou minha cintura enquanto meus braços se preocupavam e agarrar o pescoço dele. Ficamos assim por mais um tempo, até eu me dar conta de que teria uma missão logo cedo.
-Shikamaru! – chamei a atenção dele, visivelmente brava. – Tenho que levantar, e você também! Nós dois temos missão logo cedo!
Ele não se mexeu e nem falou nada, e por um momento eu pensei que ele estava dormindo, até que ele abriu os olhos e ficou me encarando por um longo tempo. Quando me dei conta e olhei pela janela, o sol já estava quase inteiro para fora daquelas grandes montanhas que sempre cobriam o seu amanhecer.
-Shikamaru... Vamos logo... – remexi-me desconfortavelmente ali, até que ele me soltou e eu me levantei, enrolando-me no lençol.
Comecei a recolher as roupas espalhadas pelo chão e dobrei-as cuidadosamente, colocando em cima da mesa, enquanto me lembrava da primeira vez que dei um beijo em Shikamaru. E pensar que agora tudo era muito mais do que um beijo. Fiquei um pouco vermelha, mas sabia que não havia motivo para isso. Separei minhas roupas e fui para o banheiro me trocar.
Desenrolei-me do lençol e comecei a por calmamente as roupas. Já fazia cinco anos que eu e Shikamaru estávamos namorando, e eu me surpreendi, porque tudo passou rápido de mais. Lembro da primeira vez que nos beijamos, da insegurança que sentia no momento, de quando assumimos o namoro publicamente... Devo dizer que esse dia foi engraçado, porque todos ficaram surpresos e ninguém queria acreditar em nós...
Fechei os olhos e comecei a pensar em meus amigos. Sasuke e Sakura já estavam casados há um ano... Neji e Tenten também já se casaram, mas isso foi há alguns meses atrás e eu fiquei espantada com a rapidez com que esse casamento aconteceu. Naruto e Hinata estão noivos, e devo dizer que os dois estão muito felizes.
Kiba está namorando uma outra garota, Chouji já está casado e tem um filho. Estou impressionada, pois foi tudo muito rápido. Agora, algo que ninguém esperava: Shino está namorando uma das ninjas mais populares de Konoha. Como ele consegue agüentar todas aquelas pessoas correndo atrás dele, querendo saber de tudo da vida deles? Bom, só mesmo sendo ele para entender.
Mas eu fico pensando. Quando eu e Shikamaru nos casaremos? Acho que não vai fazer muita diferença, porque eu praticamente moro na casa dele, e só passo algumas noites fora para arrumar minha casa, só que isso acontece uma vez ao mês, no máximo. Só que o que mais me deixaria feliz agora era que Shikamaru me pedisse em casamento, só que do jeito que ele é enrolado, só vamos nos casar se eu mesma o pedir em casamento...
Sai do banheiro algum tempo depois, e vi que Shikamaru ainda estava deitado na cama, envolto em alguns lençóis que tinha lá. Ao que parecia ele estava dormindo. Sentei-me na beirada da cama e passei a mão pelo rosto dele, para depois chacoalha-lo levemente.
-Shikamaru, acorde. – disse enquanto empurrava o ombro dele para frente e para trás. – Vai se atrasar e Tsunade-sama não vai gostar ao ver que você se atrasou para outra missão de novo.
Ele abriu os olhos sonolentamente e gemeu algumas vezes, antes de se levantar, pegar suas roupas e ir para o banheiro. Virei-me para a cama e comecei a arruma-la.
Algum tempo depois, quando estava colocando os travesseiros ali, Shikamaru me abraçou por trás, juntando as mãos na altura da minha cintura. Encostou sua cabeça em meu ombro direito e ficou ali parado, sem dizer ou fazer nada.
-Shikamaru... Temos que ir ou vamos nos atrasar. – disse enquanto olhava pela janela, vendo que o sol já estava completamente para fora.
-Você se preocupa de mais com isso, Ino.
-E você não se preocupa com nada. Alguém tem que dar um jeito em você, Shikamaru. – falei cansada.
-E você sabe fazer isso muito bem. – disse em tom debochado antes de tirar as mãos da minha cintura, virar-me de frente para ele e me beijar. Eu detestava quando ele fazia aquilo.
Ficamos abraçados por mais um tempo, quando me dei conta de que íamos nos atrasar com certeza e eu comecei a me desesperar. Parei de abraça-lo e comecei a correr pela casa procurando nossos equipamentos ninja. Quando finalmente os achei, entreguei os de Shikamaru para ele e saímos da casa, andando de mãos dadas.
Um silêncio começou a reinar entre a gente durante quase metade do caminho. Olhei com o canto do olho para Shikamaru e ele estava um tanto quanto inquieto. Olhava para os lados, mexia o outro braço e evitava olhar para mim. O que ele tinha?
-Shikamaru. – chamei com raiva e recebi um ‘hm’ como resposta. – O que você tem?
-Eu? – perguntou ele inocentemente. – Nada.
-Então por que está tão inquieto?
-Não estou inquieto.
Pronto. Aquela resposta me deu raiva. Parei e forcei Shikamaru a parar também e virar-se para me olhar, com uma cara de ‘por que você parou?’. Fiquei olhando para ele com raiva nos olhos, cruzei os braço e fiquei ali olhando para ele. Eu sempre fazia aquilo quando queria uma explicação, e ele sabia daquilo.
Ele revirou os olhos e pegou minha mão, me levando para um pequeno beco que tinha ali, que passava despercebido por todas as pessoas. Fomos até o fundo dele, onde a iluminação era mínima. Shikamaru virou-se e olhou para mim, com um semblante sério como eu nunca tinha visto em toda a minha vida.
-Ino. – chamou ele e eu permaneci quieta. – Eu sei que esse não é o lugar mais apropriado, mas... – ele pegou minha mão e ergueu-a, olhando fixamente para mim. – Yamanaka Ino. – começou – Você... Você gostaria de se casar comigo? – pediu.
Um sentimento de felicidade inexplicável tomou conta de mim. Shikamaru tinha finalmente me pedido em casamento! Tudo o que eu mais sonhei tinha finalmente se tornado realidade! Senti lágrimas de felicidade nascerem em meus olhos e permiti que elas rolassem livres. Shikamaru continuava ali me olhando, com uma cara esperançosa e agora sorria.
-É claro que eu gostaria, Shikamaru! – disse enquanto me jogava nos braços dele, agarrando seu pescoço e sentindo o meu corpo ser envolto pelos braços dele.
Aquele era o dia mais feliz da minha vida.
--FIM!--
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